Ministério Pastoral 4 - Pastor Para quê?
PASTOR PARA QUÊ?
De todos os animais domésticos, as ovelhas são as que mais exigem trabalho e esforço do pastor, exigem atenção e cuidado meticuloso, por isso a sorte de uma ovelha depende grandemente do tipo de pessoa que é o seu pastor. Com um bom pastor, não se falta nada, as ovelhas crescem e se desenvolvem. Deixada por si mesma, perde-se facilmente, pois sua tendência é desviar-se do caminho; ela não percebe os perigos. Se for deixada em um pasto por um longo tempo, acaba destruindo-o, arrancando até as raízes da grama. Se a ovelha cair numa pequena valeta e ficar de pernas para o ar, ela não consegue se levantar e, se ninguém a ajuda, acaba logo morrendo. A sorte de uma ovelha depende do pastor
A Bíblia mostra que o homem é como uma ovelha, pois sua tendência é desviar-se do caminho bom e tomar o caminho da destruição. Ele também precisa ser pastoreado, Is 53:6. De madrugada, o pastor chama cada ovelha para fora do aprisco, pois quando vier o calor do dia, o rebanho poderá se deitar na sombra já bem alimentada
Se houverem vários rebanhos reunidos ali no aprisco, ele chama cada ovelha pelo nome, e elas reconhecem a sua voz, seguindo-o. Sua preocupação é levar as ovelhas à boa pastagem, dar- lhes água, proteção, cuidado às doentes, e às que se desviam do caminho. À tarde conduz novamente o rebanho ao aprisco e as faz entrar uma por uma. Passa a mão examinando cada uma, individualmente, nas feridas derrama óleo e cuida dos carrapatos e pestes. Conta suas ovelhas e, faltando uma, volta a procurá-la, conforme LC 15:3, 7.
O pastor vigia constantemente, ele precisa ir onde encontrar pastos verdejantes e água. A ovelha precisa se sentir segura e sem temor para crescer e se desenvolver bem, pois, se estiver inquieta, com temores, não se alimenta bem e não haverá desenvolvimento e reprodução. Por isso, a sorte das ovelhas depende do pastor e da maneira que cuida delas. Aqueles que têm compaixão pelas ovelhas dão sua vida por elas. Quando longe de sua casa, o pastor faz curral com galhos de espinhos para proteção e se deita na estrada durante as noites longas, protegendo o rebanho dos predadores.
A Apresentação do Pastor
Cuidado com seu corpo; Nosso corpo é o veiculo através do qual funciona todo o nosso ministério. Se esse veículo adoecer, a pontualidade e a eficiência serão prejudicadas. É razoável, pois, que cuidemos bem do nosso corpo, que nos foi dado pelo Senhor, pois, além do mais, somos templos do Espírito Santo, I CO 6:19, 20.
Ter um bom físico não deve ser finalidade em si mesma, mas possuir um bom físico, forte, é uma vantagem para o ministro de Deus. Capacita-nos a sermos desgastados para Deus e dar plena expressão e eficiência à sua capacitação espiritual e mental. Abusar do corpo é algo insensato e, pouco tempo para o repouso e recuperação leva a ruína da nossa saúde.
Leia SL 127:2 e MC 6:31. Na passagem de LC 21:34 diz que não devemos ficar sobrecarregados pela gula e pelas preocupações deste mundo, pois isso seria laço para nós. Em GL 5:23 fala de domínio próprio e Paulo fala em manter seu corpo em sujeição, I CO 9:27.
Asseio Pessoal
O ministro de Deus deve ser um homem limpo. Nem mesmo uma vida financeira difícil não justifica o andar sujo. O obreiro do Senhor precisa andar bem arrumado, cheiroso, e cujo asseio ressalte a vista. Também se condena o andar exageradamente na moda.
A higiene pessoal e corporal deve ser tão perfeita como a da mente, do coração e da linguagem. Há ministros e obreiros que proferem termos incompatíveis com o decoro do ministro do Evangelho. Aliás, mesmo sendo dotado de um linguajar pobre, errado, com pouco vocabulário é obrigação do homem de Deus procurar melhorar, através de estudo e leitura.
Dignidade
Se um homem não tiver dignidade, não pode ser ministro do Evangelho. Dignidade é um conjunto no qual fazem parte NOBREZA, DECORO, GRAVIDADE, 13 SERIEDADE, e COMPOSTURA.
Não quer dizer que o homem de Deus precisa ter no seu rosto piedade forçada, semblante solene ou ameaçador, mas um comportamento que inspira RESPEITABILIDADE. Ele é líder espiritual e exemplo moral do povo de Deus; tem o dever de ser homem temperado, mesmo que seja jovem (I TM 4:12). Em EF 5:4 Paulo recomenda que não haja entre eles: Conversação torpe; Palavras vãs; Chocarrices, etc. O homem de Deus não deve ser excessivamente intimo com os membros da igreja para não ser desrespeitado. Excesso de familiaridade diminui sua autoridade e o rebaixo no conceito e respeito dos demais crentes.
Tato
Significa prudência, pois atitudes, palavras ou gestos impensados prejudicam sua imagem e seu trabalho. Há casos em que o pastor precisa corrigir comportamento das pessoas, jovens, adultos, ou crianças; ou corrigir alguma desordem na igreja, ou numa reunião ou assembleia, discorda de uma opinião não compatível com a verdade e em todos esses casos não pode ferir a suscetibilidade das pessoas, não humilhar, não desmoralizar, não ofender, não criar clima desagradável, não ferir ninguém, enfim.
Discrição
Ser tardio em falar e pronto a ouvir é uma virtude, TG 1:19. Para não sermos acusados falsamente em dados momentos, Paulo ensina: RM 14:16 – “Não seja, pois, vituperado (repreendido) o vosso bem”.
O homem de Deus tem que ser de vontade firme e controlada e mente sábia para agir com prudência, não se envolvendo em situações de embaraços.
Veja alguns exemplos:
1. Ser sempre cavalheiro, mas cauteloso;
2. Quando levar para casa pessoa de sexo
oposto, ir sempre acompanhado de uma terceira pessoa, nunca deve ir sozinho;
3. Todo contato com o sexo oposto deve
ser extremamente cauteloso;
4. Há obreiros que só são afetuosos com
mulheres; isso precisa ser evitado.
5. Tratar com distinção determinadas
pessoas e outras não é acepção de pessoas, e tem de ser evitado;
6. Tratar de forma privilegiada pessoas
financeiramente abastadas é uma atitude reprovável;
7. Entrar em conversa de pessoas, mesmo
sendo membros da sua igreja, quando estes falam em particular, é falta de
discrição e até de educação.
8. Usar termos que traduzem fascinação
por alguma pessoa, mesmo sem malicia é censurável;
9. Elogiar só mulheres ou somente a esposa, quando se tratar de casal, mesmo que as intenções sejam as mais justas e puras, pode suscitar comentários desagradáveis.
Erros a Evitar
Um pastor com vida consagrada normalmente sabe comportar-se dignamente no exercício da sua nobre missão. Nas suas múltiplas atividades, no desejo de evitar contendas, os esforços para resolver com amor cristão problemas complicados que surgem na sua igreja, nas relações pessoais e funcionais no ministério, não é fácil seguir o Mestre e ser prudente e sábio, mantendo sempre o padrão ético da sua posição. Se fizer escrupulosamente o exame da sua própria personalidade, ficará mais bem preparado para reconhecer e corrigir suas fraquezas, e manter a pureza de motivos no exercício de seu ministério.
Há variedade de temperamentos entre pastores como em qualquer outro grupo de pessoas. Alguns são ardorosos e cheios de confiança e esperança; outros são irascíveis e facilmente ficam zangados e aborrecidos. Alguns são calmos e tranquilos, enquanto outros nervosos e facilmente ficam agitados.
O pastor pode cultivar com proveito a honestidade intelectual; ter e manter as convicções quanto às verdades primordiais da fé cristã. Em questões de interpretação e métodos de serviço, deve reconhecer que não é infalível, e procurar reconhecer a verdade na posição daqueles que não concordam com ele.
Devido às fraquezas humanas, o comportamento do pastor nem sempre condiz com seu conhecimento. Em certas circunstâncias é difícil subordinar o seu personalismo aos ideais do ministério cristão.
Pastores mais experientes e espirituais oferecem conselhos valiosos para os jovens pastores na formação de seus valores éticos.
O irmão D.J. Storer, no seu livro, menciona alguns erros da vida ética do pregador (homem de Deus), que precisam ser evitados:
1. Falta interesse e desejo de ajudar os
irmãos na solução de seus problemas.
2. O perigo de não tratar de seus
próprios negócios.
3. A perda do idealismo da sua vocação.
4. Agitação em torno dos problemas que
incomodam os irmãos.
5. Desejo e esforço de galgar a preeminência entre os colegas de ministério “custe o que custar”
O Dr. Storer ainda recomenda que, para vencer esses erros (fraquezas), usar as seguintes sugestões:
a. Cultivar o espírito de justiça nas
relações pessoais.
b. Desenvolver o espírito de cooperação
na satisfação das necessidades de outros irmãos.
c. Praticar a disciplina própria com
firmeza e HONESTIDADE.
d. Procurar entender de forma realística
os problemas do corpo de obreiros (as) da congregação e do ministério.
e. Reconhecer que nunca se deve semear discórdia e dissensões em nenhum lugar.
Não é fácil para um pastor reconhecer suas fraquezas próprias, mas seguindo os preceitos apresentados, a possibilidade do erro ministerial diminui e sua credibilidade aumenta.
Em muitos lugares há pastores e dirigentes com tendência a censurar asperamente e com prazer, as faltas de seus irmãos obreiros. São os “caçadores de pecados”, é o: “Indiana Jones das nossas igrejas”.
MT 7:12 diz: “Tudo quanto, pois quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles; porque está é a Lei e os profetas”.
Aplicando os princípios éticos já mencionados tiramos mais alguns preceitos, que, não realizados, constituem grave erro:
1. O obreiro consciencioso não procurará
ganhar membros nas igrejas vizinhas, para aumentar a sua própria, mas
trabalhará para evangelizar os incrédulos e formação do seu próprio corpo de
obreiros.
2. Não divulgara boatos ou fofocas ou
informações confidenciais que prejudiquem o nome de obreiros ou irmãos da
igreja.
3. Falar-lhes pessoalmente, sobre as
acusações contra eles, e os defenderá contra acusações falsas.
4. Não aceitará crítica mordaz contra o seu antecessor, e nas mudanças dos planos de administração do ministério, não condenará tudo que os outros fizeram ou queriam fazer.
5. É detestável quando um dirigente se
esforça para ser melhor do que outro de outra congregação, em vez de trabalhar
para o engrandecimento do reino de Deus.
6. Quando chegar o dia de entregar o
comando da igreja a outro obreiro, deixara tudo bem organizado, sem fazer o
papel de Absalão.
7. Reconhecerá que Deus o chamou ao
ministério NA SUA DENOMINAÇÃO e que tem deveres junto à mesma, cooperando com
seus programas e trabalhando para aumentar a sua influencia e poder.
8. Reconhecer que, na providencia de
Deus foi à SUA DENOMINAÇÃO que recebeu seu preparo e a OPORTUNIDADE da
SEPARAÇÃO ao serviço do Senhor.
9. Dedicará todo o seu tempo ao
ministério cristão sem “embaraçar-se com as coisas desse mundo”.
10. Não se esquivará dos seus deveres
como cidadão da pátria, dando bom exemplo de cumpridor das leis.
11. Como homem de Deus tem
responsabilidades especiais para com mulheres, sejam mais jovens ou mais
idosas, sempre as respeitando de modo especial e tratando-as com honra e
dignidade devidas.
12. Cuidará bem da SUA PRÓPRIA FAMILIA. (Este item será objeto de estudo especial).
O Julgamento
Mesmo sem provas concretas, costumamos avaliar as pessoas e condená-las, baseado em suposições... Jesus deixou claro que isso envolve sérios riscos, baseados em suposições, às vezes até ilógicas. Os danos são IRREVERSIVEIS. Em MT 7:1 se encontra a frase “juízo temerário”, mas muitos não fazem ideia do que possa significar TEMERÁRIO. Teme.
Temerário significa: ...Imprudente ...Perigoso ...Precipitado ...Sem fundamento.
Jesus estava se referindo ao mau hábito de culpar alguém de forma infundada, através de criticas amargas e injustas.
Os
fariseus:
a. Criticavam o relacionamento de Jesus com os pecadores; MT 9:10-11 – “... porque come o vosso mestre com os publicanos e pecadores?”. O critico é um “descobridor” de erros vive à procura de falhas alheias
b. Criticavam o ministério de Jesus; MT 9:34 – “... Ele expulsa os demônios pelo príncipe dos demônios”. O julgador temerário imagina as PIORES INTENÇÕES DAS PESSOAS. Jogam “água fria” nos seus planos e entusiasmo, ministério, etc
c. Arrogantes e sem misericórdia nos seus juízos: Confiam demais em si mesmos, crendo que são justos e desprezam os outros. LC 18:11 – “... ó Deus, graças te dou que não sou como os demais homens, roubadores, injustos, adúlteros, nem ainda como esse publicano”.
d. Porque Jesus condena o juízo temerário? “...Não julgueis...” Esses têm uma visão míope dos fatos. Não corrigem a si mesmos, mas querem sempre interferir na conduta e pensamentos dos outros. Amado pastor peça a Deus que vos livre da tentação de fazer critica amargas e emitir juízos temerários sobre o teu próximo.
O Otimismo Exagerado
Diz o dicionário brasileiro Globo: otimismo é a tendência de se ver tudo pelo lado bom. E quando, vitória após vitória, o otimismo se torna exagerado? Vem àquela sensação de orgulho, aquela alegria resultante do sucesso.
É comum ver alguém se regozijar numa vitória espiritual, mas observe; NECESSITAMOS MEDIR O GRAU DO NOSSO REGOZIJO, porque às vezes a nossa alegria não é do Senhor, mas carnal, e, sendo assim corremos sério perigo. Lendo I SM 15:13-26, vemos que SAUL ALEGROU-SE NAS VITÓRIAS que o Senhor lhe havia dado, mas o Senhor NÃO SE ALEGROU com a sua alegria, alegria de Saul.
Até o apostolo Paulo certa vez se regozijou de seu trabalho, mas voltou atrás, dizendo: “Não eu, mas a graça de Deus está comigo” I CO 15:10. Muitos ministros têm tropeçado nessa pedra, do otimismo exagerado, levando uma vida de excessiva satisfação própria; gozo em si pelos trabalhos realizados; tem a satisfação de ver sua própria voz gravada, seja no vídeo ou na TV; fazem questão que o coro da igreja, o grupo de louvor, a banda da SUA igreja recebam os maiores elogios, e daí por diante, as coisas passam para o plano, não de sacrifícios da obra do Senhor, mas de exibicionismos.
Pelos nossos sucessos espirituais, seremos tentados a crer cada vez mais que “somos os bons” e a depender apenas de nós mesmos e que daqui para frente TUDO VAI BEM.
Como Jesus fez, nossa atitude deveria ser de nos retirar para um lugar a sós, para um particular com ELE e nos livrar desse perigo espiritual, que mais cedo, mais tarde, leva ao orgulho.
O Pessimismo
Diz o dicionário já mencionado que é a tendência para ver e julgar as coisas pelo lado tudo péssimo, ou mais desfavorável e de tudo esperam o pior.
Ora, claro, se no ministério o pastor espera APENAS E SEMPRE O PIOR, é porque PRECISA AUMENTAR A SUA FÉ. E o que diz em HB 13:6: “Sem fé ninguém pode agradar a Deus, porque que vai para Deus precisa crer que Ele existe e que recompensa os que o procuram”.
VEJA BEM: O pastor é testemunha de uma verdade infinitamente maior do que ele mesmo. É embaixador do Deus Eterno; um vaso frágil é verdade, mas um vaso que leva perdidos o tesouro da vida eterna.
A Perseverança
A maioria dos livros da Bíblia foi escritos num contexto em que os servos de Deus vinham sofrendo grande rejeição por parte das pessoas para as quais foram enviados. Veja os exemplos de Jeremias e do próprio Jesus, além de perseguição (Elias, Paulo, Pedro e João).
Isto mostra o que ser esperado por aqueles que servem a Deus, e como um exemplo da forma COMO DEVEM REAGIR diante da perseguição e do sofrimento.
Em Romanos 8:17, somos caracterizados como co-sofredores com Cristo e coerdeiros de sua glória. Nos vs 35-39 ele afirma que nenhuma espécie de sofrimento pode separar-nos de Cristo. Concluímos então que o sofrimento poderia ser usado para tentar separar-nos de Deus, mas que não precisa prevalecer. O sofrimento nos alcança unicamente na medida em que o onipotente Deus permite e em que os propósitos de Deus são alcançados nos sofrimentos de seus servos.
O Medo
Medo - o medo é uma emoção de afastamento e envolve uma fuga do perigo. É uma reação a um perigo real e eminente, a resposta emociona, são controladas pelo sistema nervoso. O medo pode dilatar as pupilas; sobrevém tremor e calafrio. Essa reação é natural por Deus para a preservação da vida. A Bíblia não condena, embora exorte a jogarmos o fardo do medo sobre o Senhor. (SL 55:2-5,22). Israel sentiu medo e, quando estavam sem saída, olharam para o alto e só assim receberam o livramento. SL121. A mensagem de Deus para nós é “Não temas”, EX 14:10-15; IS 41:10-14 e, diz uma publicação evangélica que 366 vezes aparece à frase “não temas”.
Temor
É um sentimento consciente, racional, que nos ajuda a não estarmos em situações perigosas sem necessidade. Como a Bíblia ensina prudência, o Senhor Deus também nos deu este sentimento o título de alerta e preservação. PV 14:16 – “O sábio é cauteloso e desvia-se do mal,...”. Além do temor reverente pela grandeza e santidade do Senhor, é bom ficar alerta e TEMER PECAR CONTRA ELE.
MT 10:28 – “Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma, temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo”.
Fobia – é uma emoção parecida com o medo, sem o perigo ser real. Gera uma energia psíquica que causa doenças físicas. Também gera desconfiança, e gera o que a pessoa teme, JÓ 3:25 – “Aquilo que temo me sobrevém, e o que receio me acontece”. Deus opera pela fé.
Exemplos de fobia: medo do escuro, de altura, lugar fechado, barata, etc. A mãe que corre para debaixo da cama com os filhos quando chove ou troveja, passa essa fobia para filhos, netos etc.
Ansiedade
É um tipo de MEDO ANTECIPADO, como por exemplo: de um perigo que está por vir. Prejudicial, não resolve e nada melhora com sua presença. MT 6:27 – “Qual de vós, por ansioso que esteja, pode acrescentar um côvado ao curso da sua vida?”.
A ansiedade provoca tensão, que pode gerar enfermidade no corpo. É verdade que as preocupações contribuem para a ansiedade. O que são preocupações? É uma busca de soluções reais para os problemas da vida humana. Paulo se preocupava com as igrejas.
II CO 11:28 – “Além das coisas exteriores, há o que pesa sobre mim diariamente, a preocupação com todas as igrejas”. A Bíblia manda descansar (confiar) no Senhor. Veja os vs de SL 37: 3-7, onde salientamos o vs 5 – “Entrega o teu caminho ao Senhor, confia Nele, e o mais Ele fará”. Veja ainda: MT 6:.34 – “Portanto, não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois amanhã trará seus cuidados; basta cada dia seu mal”. I PE 5:7 – “Lançando sobre Ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós”. SL 55:22 – “Confia os teus cuidados ao Senhor, e ele te susterá; jamais permitirá que o justo seja abalado”. Todos estes textos mostra para o líder pastoral como deve administrar a ansiedade.
Cultivando relacionamento intimo com Deus, fortalecerá tua fé, para passar pelas ANSIEDADES nas diversas circunstâncias da vida pastoral. A presença de Deus na vida do líder; Ameniza o medo. SL 23:4 – “Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo;...”.
Remorso
Comentários
Postar um comentário