Ministério Pastoral 3 - Modelo
MINISTÉRIO
PASTORAL
Modelo
Tudo Ou NADA?
Modelo pastoral influenciado pela pós-modernidade: Empresarial (percebe a necessidade do “mercado”) Status, posição (Poder) Politicagem (política de interesses pessoais).
Modelo Pastoral Bíblico: Modelo Excelente: Cristo. O livro Teologia Pastoral do escritor José Deneval Mendes, p.26, apresenta quatro aspectos do modelo neotestamentário pastoral, ou seja, o pastor em relação às ovelhas deve.
1 – Governar; 3 – Alimentar; 2 – Defender; 4 – Cuidar.
A imagem que reflete Cristo jamais é influenciada pelo presente século, pelo contrário, protesta e convida a reflexão e mudanças necessárias (nascer de novo).
Pastor ministro da Palavra
Alguns princípios para exercer melhor sua função: “Transformando Olhos em Ouvidos” n Se tornar um Exegeta e Hermeneuta.
O pastor jamais pode esquecer-se de “ouvir” a voz de Deus. Quando lê não pode deixar-se levar só pelas necessidades dos outros, mas antes aplicar a palavra de Deus as suas necessidades.
Exegeta: pessoa que faz comentário ou dissertação para esclarecimento ou minuciosa interpretação de um texto ou de uma palavra.
Hermeneuta: pessoa que Interpretar os sentidos das palavras ou texto.
O ministério do pastor é pregar a palavra para orientar, cuidar e guiar. Ele será a pessoa que transmite as verdades bíblicas através de comentários e interpretação do texto. Ele também dará esclarecimentos acerca da Bíblia. Atualmente as condições e ferramentas são mais favoráveis do que no passado (pesquisas nas áreas de arqueologia, história, geografia, filologia, entre outras, além de acesso mais fácil a informações, livros, bibliotecas).
Pastor igual a Cristo:
·
Na
vida particular
·
No
fazer discípulos
·
Na
vida Espiritual
·
Nas
reuniões
·
Na
Vida Emocional
·
Nas
Finanças
·
No
Ensino
·
Na
Santidade
·
Nos
Sermões
· Na Autoridade
Ralph M. Riggs diz que “é impossível que um ministro do Evangelho seja verdadeiramente espiritual em público e carnal na vida espiritual” A vida particular do pastor testemunha o Evangelho de Cristo.
O que muitas ovelhas não entendem ainda é que o pastor precisa cuidar também de si mesmo e de sua família. A vida particular, espiritual e emocional está relacionada ao cuidado próprio.
O pastor deve cuidar-se ou prevenir-se contra os males deste século, como: ansiedade, estresse, fadiga. Algo que o pastor deve planejar também com bastante responsabilidade é sua vida futura (velhice e jubilação).
Sobre a vida familiar a Bíblia da uma orientação para os casados: “mas o homem casado preocupa-se com as coisas deste mundo, em como agradar sua esposa” 1Co 7.33, mas por outro lado essa não pode ser uma preocupação que lhe tire da posição em Cristo “pois se alguém vem a mim (a Cristo) e ama o seu pai, sua mãe, sua mulher, seus filhos, seus irmãos e irmãs, e até a sua própria vida mais do que a mim, não pode ser meu discípulo” Lc 14.26.
Ainda temos a orientação em 1 Tm 3 que entre os muitos requisitos para o ministério pastoral encontramos alguns requisitos sobre a família: ser marido de uma só mulher, e governar bem sua própria família, tendo os filhos sujeitos a ele, com toda a dignidade. Pois se alguém não governar sua própria família, como poderá cuidar da igreja de Deus?
Comodismo
X Ativismo
Os extremos nos cercam não só na teologia pastoral, mas em quase todos os pensamentos acerca de Deus. Sempre têm os dois lados. Na atuação pastoral deve haver aquela harmonia necessária para não ter exageros. O ativismo filosoficamente definido é a doutrina que faz da atividade a essência da realidade. Já o comodismo é o sistema ou atitude que leva o individuo a atender, acima de tudo, à própria comodidade (bem-estar ou conforto).
O pastor não pode se acomodar, pelo contrário deve saber de suas responsabilidades com a igreja, com sua família, consigo mesmo e acima de tudo com Deus que o chamou para esse trabalho. Por outro lado, não pode ser um ativista.
Jhon White em seu livro Encontrei um Líder, escreve o seguinte capitulo: “Os líderes de Deus não são viciados em trabalho. Eles trabalham duro sem escravizar-se ao cativeiro do próprio trabalho. Eles não têm medo do trabalho ou receio de delegar tarefas. Um bom líder considera o trabalho como um meio de alcançar um objetivo especifico.” p.64
Leve em consideração isso. O ministério pastoral é o que mais está em evidencia na igreja cristã da atualidade. Considere essa liderança como um serviço para alcançar Objetivos para o Reino de Deus: edificação, discípulos...
Expectativas
Na Teologia Pastoral não deveria faltar essa reflexão: Quais são minhas expectativas para pastorear no século XXI?
Mais importante ainda: em quem focalizo minhas expectativas? Com tantas pressões para “resultados” a frustração pastoral pode acontecer quando não “crescer”, no sentido de demonstrar resultados. Lemos na Bíblia “Eu plantei, Apolo Regou; mas Deus que dá o crescimento. Pelo que nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus que dá o crescimento. Ora, o que planta e o que rega é um; mas cada um receberá o seu galardão, segundo o seu trabalho” I Co 3: 6-8.
Bibliografia: Páginas 1 – 10, escrito pelo Pr. Elmer M. B. Nas Trilhas do Mundo, A Caminho do Reino. Julio de Santa Ana Trabalho Pastoral em Tempo de Insegurança. Ronaldo Satler-Rosa Encontrei um Lider. John White Nova Liderança, Valdir Steuernagel & Ricardo Barbosa (editores) Pastores Ainda em Perigo, Jaime Kemp O Guia do Pastor, Ralph M. Riggs A Vocação espiritual do Pastor, Eugene Peterson Um Pastor Segundo O Coração de Deus, Eugene Peterson Teologia Pastoral, José Deneval Mendes.
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