Gestão Administrativa 4 - Eclesiastica - Considerações
Considerações Finais
Percebe-se na atualidade, a ausência de pessoas que conheçam o assunto de forma completa como contadores e administradores especializados nesta área.
São evidentes frequentes dúvidas no gerenciamento de organizações religiosas e a ausência de material compilado para atender esses questionamentos, consequentemente dificulta e gestão das igrejas, por isso a importância do tema estudado, que contribuiu para divulgação de informações sobre administração eclesiástica.
Outro ponto importante é a visualização da situação administrativa para membros e terceiros que desconhecem a dificuldade de se administrar uma organização religiosa. A Administração Eclesiástica é uma temática pouco explorada no meio da administração.
O fato de não ser um trabalho observado de perto pelos estudiosos que não professam a fé, consequentemente cria-se o paradigma de que administrar a igreja e pastoreá-la é apenas ensinar a bíblia, orar, aconselhar as pessoas e pedir contribuição financeira aos membros. Tais procedimentos de fato existem, mas é apenas a ponta de um iceberg.
Administrar uma igreja está muito além dessas atribuições. Exige planejamento, organização, delegação de funções, controle e monitoramento das atribuições desempenhadas, controle da alocação de recursos e muitos outros princípios que administradores sequer suspeitam que são atividades desempenhadas nas igrejas por não acompanharem de perto e perceber a complexidade exigida no gerenciamento.
Para o enriquecimento do estudo foram analisados documentos de algumas igrejas a fim de compreender o processo administrativo de fato como é realizado, e notou-se que muitas estavam equivocadas e não são administradas por profissional legalmente habilitado devido à dificuldade de encontrar profissionais que tenham este conhecimento de forma completa.
O trabalho foi relevante uma vez que foram levantados dados, características e informações para a formação e condução legal de uma igreja e se produziu material compilado que poderá ser utilizado por diversas instituições e pessoas envolvidas na contabilidade e na administração eclesiástica.
Referencias Bibliográficas
BÍBLIA,
Apocalipse. Edição Revista e Corrigida. Trad. de: João Ferreira de Almeida.
São Paulo:
Geográfica Editora, 2008. Apocalipse 4, vers. 11.
BÍBLIA,
Êxodo. Edição NTLH. Trad. de: João ferreira de Almeida. São Paulo: SBB,
2000.
Êxodo 18, vers. 17-23.
BÍBLIA,
Gênesis. Edição Revista e Corrigida. Trad. de: João Ferreira de Almeida.
São Paulo:
Geográfica Editora, 2008. Gênesis 1, vers. 31.
BÍBLIA, I
Coríntios. Edição Revista e Corrigida. Trad. de: João Ferreira de Almeida.
São Paulo:
Geográfica Editora, 2008. I Coríntios 4, vers. 1-2.
BÍBLIA, I
Pedro. Edição Revista e Corrigida. Trad. de: João Ferreira de Almeida. São
Paulo:
Geográfica Editora, 2008. I Pedro 4, vers. 11.
BÍBLIA,
Lucas. Edição Revista e Corrigida. Trad. de: João Ferreira de Almeida. São
Paulo:
Geográfica Editora, 2008. Lucas 14, vers. 28-30.
BÍBLIA,
Mateus. Edição Revista e Corrigida. Trad. de: João Ferreira de Almeida. São
Paulo:
Geográfica Editora, 2008. Mateus 28, vers. 19-20.
BÍBLIA,
Romanos. Edição Revista e Corrigida. Trad. de: João Ferreira de Almeida.
São Paulo:
Geográfica Editora, 2008. Romanos 12, vers. 8.
BÍBLIA,
Tito. Edição Revista e Corrigida. Trad. de: João ferreira de Almeida. São
Paulo:
Geográfica Editora, 2008. Tito 1, vers. 7.
BRASIL.
Código civil brasileiro. (2002) Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/L10406.htm>.
Acesso em: 15 Fev. 2013.
BRASIL.
Código tributário nacional. (1966) Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5172.htm>.
Acesso em: 15 Fev. 2013.
BRASIL.
Consolidação das Leis do Trabalho. (1943) Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm>.
Acesso em: 10 Mai. 2013.
BRASIL.
Constituição da república federativa do Brasil. (1988) Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm>.
Acesso em: 23 jun. 2013.
BRASIL.
Lei nº 9.608, de 18 de fevereiro de 1998. Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9608.htm>.
Acesso em: 10 Mai. 2013.
BRASIL.
Lei nº 8.137, de 27 de dezembro de 1990. Disponível em: < http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8137.htm>.
Acesso em: 22 Jun. 2013.
BRASIL.
Lei orgânica da seguridade social. (1991) Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8212cons.htm>.
Acesso em: 11 ago. 2013.
BRASIL.
Tribunal Superior do Trabalho. Acórdão nº 4842. 1ªTurma, Relator:
Ministro
URSULINO SANTOS. Publicado no DJ de 25/11/1994, Pág. 32430.
CABRAL, E.
Terceiro setor: gestão e controle social. São Paulo: Saraiva, 2007.
CÂMARA, S;
KESSLER, N;. Administração eclesiástica. 20ª edição. Ed. Rio de
Janeiro:
CPAD, 2012.
CHANDLER
JR., A. The visible hand; the managerial revolution in American business.
Cambridge, Harvard University. 1980.
CHIAVENATO,
I. Introdução à Teoria Geral da Administração. 7ª edição. Ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2004.
CHIAVENATO,
I. Teoria Geral da Administração.6ª edição. Ed. Rio de Janeiro: Elsevier,
2002 - 11ª reimpressão.
CHIAVENATO,
I. Administração dos novos tempos. 2ª edição. Ed. Campus, 2005.
CONSELHO
FEDERAL DE CONTABILIDADE. Interpretação técnica ITG 2002.
Entidade
sem finalidade de lucros. Disponível em:
<http://www.cfc.org.br/sisweb/sre/detalhes_sre.aspx?Codigo=2012/001409>.
Acesso em: 09 nov. 2012.
DECENZO,
D; ROBBINS, S. Fundamentos de Administração – Conceitos essenciais e
aplicações. 4ª edição. Ed. São Paulo: Prentice Hall, 2004.
FILIPPIN,
E; GEMELLI, I. Gestão de pessoas na administração pública: o desafio dos
municípios. RACE - Revista de Administração, Contabilidade e Economia, [S.l.],
v. 9, n. 1-2, p. 153-180, mai. 2011. ISSN 2179-4936. Disponível em: <http://editora.unoesc.edu.br/index.php/race/article/view/375>.
Acesso em: 25 Jul. 2013.
GIL, A.
Como elaborar projetos de pesquisa. 4ª edição. Ed. Atlas, 2002.
HUDSON, M.
Administrando organizações do terceiro setor. O Desafio de Administrar sem
Receita. 1 ed. São Paulo: Makron Books, 1999, p. XII.
KOHAMA, H.
Contabilidade Publica: teoria e prática. 10ª edição. Ed. São Paulo: Atlas,
2006.
LIGHT. Tributo
Estadual. Disponível em: <http://www.light.com.br/paraempresas/
Tarifas%20e%20Tributos/tributos.aspx>.
Acesso em: 14 Dez. 2013.
LODI, J.
História da Administração. Ed. São paulo: Thonson Pioneira, 2003.
Disponível
em <http://www.aec tea.org/fabio/Lodi_Historia_Administracao.pdf>. Acesso
em: 24 Jul. 2013.
MEIRELLES,
H. Direito administrativo brasileiro. 19ª edição. Ed. São Paulo: Malheiros,
1994.
PALÁCIO,
M. Curso de Teologia - Módulo XII – Administração Eclesiástica. Disponível em:
< http://www.fatecc.com.br/alunos/apostilas/teologia/4periodo/admeclesiastica.pdf
>. Acesso em: 13 Nov. 2013.
PIMENTA,
S; SARAIVA, L; CORRÊA, M;. Terceiro Setor: dilemas e polêmicas. São Paulo,
Editora Saraiva, 2006.
RIBEIRO,
E. Paróquias & CASAS RELIGIOSAS. Julho-agosto/ 2011. Gestão Religiosa.
Disponível em: <www.revistaparoquias.com.br>. Acesso em: 25 Nov. 2013.
RECEITA
FEDERAL. Rendimentos do Trabalho Sem Vínculo Empregatício – 0588. Disponível
em: http://www.receita.fazenda.gov.br/PessoaJuridica/dirf/Mafon2002/rendtrabalho/RendTrabSVincEmpr.htm.
Acesso em: 12 Dez. 2013.
STORCK, V.
A História da Administração brasileira:. Origens e
Desenvolvimento.
Rev. adm. empres. , São Paulo, v.23, n. 3, Sept 1983. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-
75901983000300006&lng=en&nrm=iso>.
Acesso em: 24 Jul. 2013.
TEIXEIRA,
J. O Terceiro Setor em perspectiva: da estrutura à função social. Belo
Horizonte: Editora Fórum, 2011.
VERGARA,
S. C. Projetos e relatórios de pesquisa em administração. 10ª edição. São
Paulo: Atlas, 2009.
Comentários
Postar um comentário